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sábado, 26 de fevereiro de 2011

kzukars | 25/02/2011


Notícias

 Conteúdo: kzukars
25/02/2011 12h54min

Estudantes voltam às aulas conectados às novas tecnologias


Professores temem que acesso livre atrapalhe o desenvolvimento lógico do aluno


PRODUÇÃO: Rodrigo Adams


Com o crescimento das vendas de smartphones, notebooks e tablets, a gurizada está cada mais antenada em novas tecnologias. Hoje, todo mundo quer ter um telefone que possa conectar nas redes sociais. Mas até onde esse acesso à tecnologia pode atrapalhar a vida deles?



Dimis Silveira, professor de Língua Inglesa, Paula Pafiadache Menna Barreto, professora de Ensino Religioso e Filosofia, e Rui Piassini, professor de História e Geografia, defendem o uso correto das ferramentas. Os três possuem Twitter, conversam e tiram dúvidas dos alunos no MSN e Orkut, e acreditam que isso melhora a relação com os estudantes.


Mas, quando o assunto são as novas tecnologias, eles ficam preocupados. Dimis, que tem quatro blogs para hospedar seus trabalhos em sala de aula, teme o uso sem consciência da galera:


– Quando somos jovens, nos dispersamos por qualquer coisa. Infelizmente eles não têm maturidade para desligar o telefone, e nós não podemos monitorar todos ao mesmo tempo.





O medo principal do professor Rui é que as novas tecnologias atrapalhem o desenvolvimento lógico do aluno. Ele defende a humanização da tecnologia e garante:



– A tecnologia muda, o comportamento não. É preciso aprender a escutar novamente e não deixar o modismo tomar conta.


A invasão dos iPhones Elas têm entre 12 e 13 anos, estão na 7ª série do Farroupilha, e andam faceiras com um objeto que é sonho de consumo entre os jovens: o iPhone. Pietra Pinzon, Gabriela Herbst, Ana Luíza Heyse e Anna Vitória Beltrame, estão sempre com os seus smartphones a tira colo.



Em seus aparelhos elas ouvem música, acessam as redes sociais e abusam do SMS. Pietra, personalizou o seu com uma capa vermelha. Segundo a guria, é difícil ficar um minuto longe dele, inclusive em sala de aula:



– Eu sempre olho para ver se tem uma chamada ou mensagem de alguém.



No bar do colégio, elas conectam-se à rede sem fio disponibilizada pelo colégio e aproveitam para ficar por dentro de tudo. Enquanto as gurias preferem alguns aplicativos de entretenimento, como o jogo Hell Kid, Anna Vitória vê um uso mais didático para o seu telefone.


– O bloco de notas, tradutor e consultar a internet me ajudam muito. Sempre que preciso eu conecto e tiro as minhas dúvidas.


Brasil na rede:


► Em janeiro de 2011, 36,1 milhões de brasileiros já acessavam banda larga. Um aumento de 53% em um ano


► Nos últimos 12 meses, as operadoras de telefonia registraram 12,4 milhões de novos acessos


► Na banda larga móvel (que inclui modems de conexão à internet móvel e aparelhos 3G, como os smartphones), o avanço foi de 85%


Fonte: Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal



Link to read it at Kzuka magazine:


http://www.kzuka.com.br/especial/kzukars/kzukao/

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

The Alphabet

A frase “The quick brown fox jumps over the lazy dog” utiliza todas as letras do alfabeto !!!!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

domingo, 22 de fevereiro de 2009

English in the World


Countries where English is considered the fisrt language:




Countries you can communicate once you speak English:


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

My Perfect Town Project


Notícias
quinta-feira, 15 de maio de 2008.


Prática divertida nas aulas de inglês
Explicando cada detalhe da maquete, foimais fácil incrementar o vocabulárioAlunos da 7ª série do Rosário estão aprendendo que fixar e expandir um bom vocabulário de Língua Inglesa pode ser uma prática bem divertida. A tarefa dada pelo Prof. Dimis Silveira consistiu na construção de maquetes de isopor e lixo reciclado que concretizassem o ideal do que seria uma cidade perfeita para os alunos. O projeto foi intitulado “My Perfect City” (Minha cidade Perfeita).

Todos colocaram a mão na massa para construir as maquetes, que depois de prontas, foram expostas no corredor principal do Colégio. A partir daí, os alunos começaram a relatar, uns para os outros, detalhes da sua cidade perfeita. O vocabulário de lugares e direções foi colocado na prática. “O conteúdo foi desenvolvido de uma forma bem concreta onde o aluno trabalhou os tópicos apresentados de uma maneira mais real e significativa, colaborando e enriquecendo o projeto através de suas idéias e criatividade” explicou o Prof. Dimis. Além da prática do inglês, todos puderam exercer sua consciência ambiental, já que as maquetes foram construídas somente com material reciclável.

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